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Bancada denuncia Bolsonaro ao alto Comissariado da ONU, por vetar distribuição de absorventes menstruais

A líder do PSOL na Câmara, deputada Taliria Petrone (RJ), está colhendo assinaturas de parlamentares de outros partidos para adesão à denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro por ter vetado legislação que previa distribuição gratuita de absorventes menstruais para estudantes de escolas públicas e mulheres em situação de vulnerabilidade e com restrição de liberdade. O documento será enviado para Relatoria Especial sobre Violência contra Mulher e para a Relatoria Especial sobre Direito à Saúde, ambas da ONU.

"Esse veto de Bolsonaro é tão absurdo, quanto escandaloso. Só mostra o quanto o governo é sexista e trabalha incansavelmente contra os nossos direitos. Uma proposta fundamental de saúde pública, que já deveria ter partido do próprio Executivo, mas que o presidente preferiu vetar com um argumento que não nos convence. Precisamos denunciar internacionalmente mais esse ataque, para que o resto do mundo saiba o que o Brasil enfrenta com esse governo fascista, sexista e misógino. Bolsonaro segue ferindo tratados internacionais que preveem a garantia de direitos humanos e a ONU precisa se posicionar diante desse absurdo. E vamos lutar para derrubar o veto", ressalta Talíria.

Na denúncia,  os parlamentares destacam que o veto de Bolsonaro é desumano e ultrajante:

"A falta de absorventes higiênicos leva garotas a perder aulas e a alternativas precárias e insalubres, que incluem o uso de papelão, sacolas plásticas e até pedaços de pão”, destaca um dos trechos do documento.

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